Mudanças entre as edições de "Youtubers de esquerda uni-vos!!!/Roteiros"

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== [https://www.youtube.com/watch?v=6oJlmCy8uZA&t=19s Deus é Comunista] ==
 
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Edição atual tal como às 02h12min de 10 de junho de 2019

Nessa página serão disponibilizados alguns roteiros do Canal Youtubers de esquerda uni-vos!!!.

Esses roteiros podem ser utilizados para que qualquer um possa dar início a novas versões dos vídeos apresentados.

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Youtubers de esquerda uni-vos!!!/Roteiros/Privatizações

Deus é Comunista

2 min e 20 s

Deus é comunista!!!

Antes de prosseguir, é preciso esclarecer que aqui se utiliza a palavra comunista em seu sentido etimológico, e não em seu sentido vulgar.

Em seu sentido etimológico (ou primário), comunista é aquele que promove o bem comum.

Em seu sentido vulgar, associa-se a palavra às práticas dos partidos comunistas ao longo da história.

Cabe lembrar que as boas ideias costumam se corromper quando colocadas em prática por instituições humanas.

Essa corrupção não decorre de falhas nas ideias, mas das instituições humanas que tentaram colocar tais ideias em prática.

Do mesmo modo observa-se que as Igrejas corrompem as mensagens de Deus quando tentam colocar tais ideias em prática.

Voltando ao ponto, cabe dizer que:

Segundo Jesus, Deus é Pai!!!

E qual é o maior desejo de um Pai???

Um Pai, deseja sempre o melhor para os seus filhos (o bem comum)!!!

Jesus também manda amar a Deus sobre todas as coisas!!!

Amar a Deus é fazer a sua vontade

Fazer a vontade de Deus é promover o bem comum.

Promover o bem comum é ser comunista!!!

Jesus também destacou a oposição entre o amor a Deus e ao Dinheiro

Cabe lembrar que o capitalista é aquele que tem a acumulação privada de riquezas como o centro de sua vida.

Fica claro que Jesus condena aqueles que colocam a acumulação privada de riquezas acima da promoção do bem comum.

Fica claro que: Jesus condena os capitalistas!!!

Deus e o Dinheiro estudo bíblico

Estudo Bíblico: Deus e o Dinheiro.

O ponto de partida desse estudo é o Versículo 24 do Capítulo 6 do Evangelho segundo Mateus, disse Jesus:

“Ninguém pode servir a dois senhores. Porque, ou odiará a um e amará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e às riquezas.”

Um estudo desse tipo, envolve outras passagens correlatas da Bíblia e, portanto, requer leitura e meditação, sendo inadequado fazê-lo somente por vídeo.

Desse modo, o propósito desse vídeo é somente divulgar o referido estudo, que tem seu link apresentado na descrição do vídeo.

Luta de classes

1 min e 57 s

A construção do socialismo, passa pela luta de classes.

Luta de classes

É a disputa pelo controle da mais valia

Mais valia = Riquezas produzidas - Salários

Os capitalistas são aqueles que acumulam riquezas (capital), pela apropriação da mais valia, no modo de produção capitalista.

Os capitalistas lutam para que uma maior parcela da mais valia seja destinada à sofisticação do consumo das elites (viagens à Miami, etc.) e ao aparelho repressivo e militar do Estado.

Os socialistas são aqueles que defendem o bem estar social.

Os socialistas lutam para que uma maior parcela da mais valia seja destinada à promoção do bem estar social: saúde, educação, moradia popular, saneamento básico, etc.

Quem é o inimigo?? Quem é Você???

Populismo Cambial

5 min. e 20 s.

Populismo cambial

É um termo utilizado para criticar políticas que sobrevalorizaram o valor da moeda nacional.

Como ocorreu no Brasil durante o Plano Real.

Essas políticas, no curto prazo, costumam agradar a grandes camadas da população, que, desse modo tem acesso a bens importados e sofrem menos com a inflação.

Entretanto, tais políticas têm efeitos negativos como a desindustrialização e déficits na balança comercial.

Esses déficits podem ser financiados por aumentos da dívidas em dólar do setor público e privado, por privatizações e/ou por uma elevação conjuntural do valor dos produtos exportados (elevação dos preços das commodities - doença holandesa).

Para continuar a atrair dólares para financiar o déficit na balança de pagamentos os governos também costumam elevar a taxa básica de juros, que no caso do Brasil é a Selic, o que acaba por reduzir os investimentos no setor industrial, agravando o problema da desindustrialização.

No médio prazo essa política gera déficits na balança de pagamentos que dão causa a sucessivas crises cambiais.

Esse vídeo é baseado em um artigo da Wikipedia: Populismo Cambial

Para complementar proponho a Playlist: Série sobre economia Novo Desenvolvimentista

do Canal Saia da Matrix

Crises de Superprodução

4 min e 05 s

Segundo Karl Marx: A causa principal das crises econômicas seria a desproporção entre o desenvolvimento dos meios de produção e o crescimento limitado dos salários e do número de trabalhadores empregados

Em suma: com os baixos salários, os trabalhadores não podem comprar as mercadorias produzidas pelo seu trabalho.

Quando as empresas não conseguem vender o que produzem, tem que fechar fábricas e demitir os trabalhadores.

Então, o montante total dos salários cai ainda mais, e mais empresas não conseguem vender os seus estoques.

Em suma: Uma “crise de superprodução” se manifesta quando as mercadorias se empilham e as pessoas não podem pagar.

Essa é uma característica fundamental de maioria das crises econômicas que observamos.

Sofisticação do consumo das elites

Gastos militares

A humanidade deve decidir se continuará a enfrentar crises econômicas cada vez mais severas que levarão à barbárie, ou fazer uma revolução socialista.

Esse roteiro foi baseado no artigo: A Crise Econômica, posteriormente encontrei o artigo O que Marx tem a dizer sobre a crise capitalista?, cuja a leitura também recomendo.

A Verdadeira Causa da Crise Econômica de 2007-2008

Os capitalistas promovem falsas explicações da Crise Econômica de 2007-2008.

Essas falsificações são necessárias para evitar que as massas compreendam a verdadeira causa da crise e passem a lutar contra o capitalismo.

Em suma, cabe dizer que se trata de uma Crise de Superprodução.

Essa conclusão fica clara a partir da leitura do artigo:

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A DESIGUALDADE NA DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E O ENDIVIDAMENTO DOS TRABALHADORES NORTE-AMERICANOS DOS ANOS 1980 AOS ANOS 2000

Que foi resumido em um artigo na Wikipédia denominado como Concentração de renda nos Estados Unidos, que demonstra que no período entre o New Deal e a década de 1980, houve uma redução da concentração de renda nos Estados Unidos, entretanto, a partir da década de 1980, houve um aumento dessa concentração.

Era Dourada

A partir do período posterior à II Guerra Mundial até a década de 1970, a economia norte-americana conciliou elevadas taxas de crescimento, alto nível de emprego, com aumentos reais dos salários e redução da desigualdade na distribuição de renda.

Entre 1947 e 1973, taxa média de crescimento do Produto Nacional Bruto (PNB) foi de 4,0% e a taxa de desemprego alcançou uma média de 4,7%.

Essa prosperidade não foi fruto do “livre mercado”, mas baseada em políticas econômicas intervencionistas e em regulamentações: do mercado de trabalho, dos sistemas bancário e financeiro e dos fluxos internacionais de capitais.

Essa situação teve sua origem durante o New Deal, por meio do qual foram estabelecidas políticas públicas favoráveis ao pleno emprego; e equilíbrio entre os interesses grandes empresas e dos trabalhadores, representados pelos seus sindicatos, de modo que os salários seriam aumentados de acordo com os ganhos de produtividade.

Desse modo, entre 1953 e 1973,�os salários reais aumentaram mais de 50%.

A intervenção do Estado na economia resultava em uma melhor distribuição de renda. Desse modo, em meados da década de 1970, a renda gerada na economia norte-americana, antes da tributação, seria atribuída de modo que os 10% mais ricos recebessem 61,8 vezes o montante recebido pelos 10% mais pobres, entretanto, após a tributação e as transferências, esta razão caía para 17,7.

Em 1944, a maior alíquota marginal do Imposto de Renda chegou a 94%. Na década de 1960, ainda era de 91%, depois disso houve uma redução paulatina, que fez com que essa alíquota chegasse a 70%, em 1975.

Em 1983, Reagan reduziu essa alíquota para 50%, redução essa que continuou, até que, em 1986, chegou à 28%. Depois disto, houve uma nova majoração, de modo que chegou a 35% em 2007, durante o governo de George W. Bush.

Os sindicatos foram fortalecidos, em 1977, 35,5% dos trabalhadores do setor privado manufatureiro eram sindicalizados.

Era Neoliberal

No final do governo de Jimmy Carter, Paul Volcker assumiu a direção do Federal Reserve e deu início à restauração conservadora, que seria consolidada durante o governo de Ronald Reagan, que teve início em 20 de janeiro de 1981.

No segundo semestre de 1979, Paul Volcker elevou as taxas de juros a patamares extraordinários para os padrões da economia norte-americana.

Este movimento conseguiu controlar a inflação, mas levou a economia norte-americana para a maior recessão do período posterior à II Guerra Mundial.

Também foram cortados gastos que faziam parte da política de proteção social, mas foram aumentados os gastos militares, dando início a um período de “keynesianismo bélico”. Durante a era Reagan, a Dívida Pública dos EUA triplicou.

Recessão entre 1979 e 1982, nesse período a economia norte-americana apresentou a uma elevada taxa média de desemprego: 7,7%, sendo que, entre setembro de 1982 e junho de 1983, essas taxas foram superiores a 10%. Nesse período os sindicatos foram enfraquecidos, o que viria a prejudicar reivindicações por aumentos salarias no período posterior.

Durante a Era Reagan a taxa de sindicalização cairia de cerca de 35% dos trabalhadores do setor manufatureiro, em 1977, para menos de 15% na primeira década do Século XXI.

Entre 1983 e 2007, a taxa média de crescimento do Produto Nacional Bruto (PNB) foi de 3,0% e a taxa média de desemprego foi de 5,8%, enquanto que, na "Era Dourada", ou seja, entre 1947 e 1973, essa taxa média fora de 4,0% e a taxa média de desemprego fora de 4,7%.

Cada linha corresponde a 20% dos trabalhadores agregados por renda anual Variação acumulada entre 1947 e 1973 Variação acumulada entre 1973 e 2000 Variação acumulada entre 2000 e 2006
20% de menor renda 117,00% 11,20% -6,50%
Intermediário inferior 97,50% 17,40% -2,9%
Médio 103,10% 25,50% -1,80%
Intermediário superior 104,30% 35,40% 1,10%
20% de maior renda 88,30% 65,50% 2,00%

Quando se analisa isoladamente a participação na renda nacional dos:

10% mais ricos, que havia tido uma pequena queda de 1,2% entre 1947 e 1973, observa-se que no período entre 1982 e 2007, essa participação passou de 33,2% para 45,5%�(aumento de 12,3%);

5% mais ricos, observa-se que no período entre 1982 e 2007, essa participação passou de 21,4% para 33,9% (aumento de 12,5%); ou seja, todo o ganho dos 10% mais ricos foi concentrado no aumento da participação da renda obtida pelos 5% mais ricos.

Quando se analisa isoladamente a participação na renda nacional dos:

1% mais ricos, observa-se que no período entre 1982 e 2007, essa participação passou de 8,4% para 18,3% (aumento de 9,9%); ou seja, 80% do ganho dos 5% mais ricos foi concentrado no aumento da participação da renda obtida pelos 1% mais ricos;

Quando se analisa isoladamente a participação na renda nacional dos:

0,1% mais ricos, observa-se que no período entre 1982 e 2007, esse grupo mais que triplicou a sua participação na renda;

0,01% mais ricos, observa-se que no período entre 1982 e 2007, esse grupo mais que quadruplicou a sua participação na renda.

Nesse contexto de redução dos salários, medidos por valor pago por hora, o padrão de gastos médios das famílias pôde ser mantido por meio do ingresso de mulheres no mercado de trabalho e por um aumento das horas trabalhadas.

Desse modo, entre 1979 e 1996, o número total de horas trabalhadas em média por família aumentou em 9% a.a. e a participação das mulheres no mercado de trabalho aumentou de 41% em 1970 para 57% em 1988.

Entre 1947 e 1968, o Índice de Gini caiu de 0,38 para 0,34, mas depois disso, voltou a subir, alcançando 0,40 em 2007.

Endividamento

A partir década de 1980, a renda real de grande parte dos norte-americanos estagnou, essa estagnação, associada a um aumento da concentração de renda, e, em um contexto de crédito acessível e barato, induziu muitas famílias a se endividarem para manter os seus padrões de consumo.

O contexto de crédito acessível e barato foi viabilizado pela desregulamentação do sistema financeiro, iniciada no final da década de 1960, que se aprofundou nas décadas seguintes.

O financiamento imobiliário não esteve necessariamente relacionado à aquisição de uma moradia para o mutuário, mas para a venda posterior do imóvel, em um cenário no qual a valorização dos imóveis era superior às taxas de juros praticadas.

Além disso, foram feitos novos empréstimos imobiliários para mutuários que, antes, já haviam feito o empréstimo para a compra do imóvel objeto da garantia. Esses novos empréstimos tinham como garantia novas avaliações do imóvel e a redução da dívida original, que já havia sido parcialmente paga.

A tabela seguir, consolida dados sobre o aumento do endividamento das famílias entre 1980 e 2006.

Ano Crédito ao consumidor Crédito imobiliário Outros Dívida total
1980 17,8 46,2 8,1 72,1
1985 19,6 46,5 9,9 76,0
1990 19,2 58,3 9,1 86,7
1995 21,6 61,6 10,3 93,6
2000 24,2 66,7 11,7 102,8
2005 24,5 97,5 11,1 134,1
2006 25,1 102,3 12,3 139,7

Em resumo, cabe observar que a proporção entre a dívida total das famílias e a renda anual disponível, aumentou de 72%, em 1980, para 140% em 2006.

O fácil acesso ao crédito, fez com que o consumo fosse menos impactado, ou até mesmo continuasse a crescer em anos nos quais houve redução do Produto Nacional Bruto, conforme pode-se verificar na tabela abaixo:

Variação anual 1974 1980 1982 1991 2001
PNB -0,7 -0,2 -1,9 -0,2 -0,8
Consumo (total) -0,8 -0,3 1,4 0,2 2,5
Consumo de bens duráveis -6,9 -7,8 -0,1 -5,6 4,3

A sustentabilidade do processo de incremento do endividamento, em um contexto de estagnação de salários reais, pode ser prolongada por meio:

  1. da concessão de crédito para maiores parcelas da população (subprime)
  2. das inovações financeiras que ocorreram no período, em especial referentes ao crédito imobiliário.
  3. da política monetária expansionista, praticada pelo Federal Reserve entre 1995 e 2005, principalmente a a partir de 2002;

Cabe destacar, que esse incremento do endividamento impulsionou o crescimento da economia norte-americana no período.

Superar o dogmatismo

6 min. e 25 s.

Marx não é Deus

Marx não é infalível

Revisionismo x Zona de Conforto

O Critério da verdade é a prática

Estratégia e tática

Qual o melhor caminho para escalar uma montanha?

Arte da Guerra (Sun Tzu)

Considerar as circunstâncias (terreno)

Conhecer o inimigo

Refutar argumentos do adversário

Jogo de xadrez

Navegar é preciso

Origem do Estado

9 min e 45 s

A Origem do Estado

Nas sociedades agrícolas é preciso defender o produto da colheita, as lavouras e a posse das terras

Vales férteis – Rapa Nui - Guaicurus

Órgão defensor dos interesses coletivos

Polis x Urtigão

Estado Policial Militar

Estado do Bem Estar Social

Raízes da hegemonia do capital financeiro

27 min e 31 s

Raízes da Hegemonia do capital financeiro

Na época do feudalismo, o controle da riqueza tinha como base a propriedade da terra.   Chefes militares (nobres) transmitiam hereditariamente essa propriedade privada.


Desse modo, os despossuídos (servos), tinham que se sujeitar às condições impostas pelos proprietários para ter acesso a terras (meios de produção) para trabalhar.   Isso os obrigava a destinar parte de sua produção/renda para os donos das terras para trabalhar.   Portanto, pode-se dizer que os donos das terras eram rentistas que tinham pouca interferência na gestão do processo produtivo.


Atividade econômica com risco próximo à zero -> Imobilidade social.   A importância da gestão era insignificante.   Depois, com a sofisticação do consumo das elites, começou a hegemonia do capitalismo mercantil.


Mas isso não eliminou totalmente o poder dos proprietários de terra.

Em sua base, o sistema mercantil tinha um trabalho baseado em escravidão/semiescravidão nas colônias e uma forte interferência estatal (monopólios comerciais).

No trabalho baseado em escravidão, a questão da gestão da produção se torna mais relevante.


A gestão se tornou particularmente relevante nas atividades manufatureiras e mercantis. Importância do conhecimento.

A atividade militar fragmentada (característica do feudalismo) é insuficiente para defender rotas comerciais/monopólios mercantis.


A Revolução Industrial tornou ainda mais complexa a gestão da produção, o que fez com que a capacidade de gestão (busca pela eficiência) passasse a ser fundamental para acumular mais riquezas.

Crescimento da atividade militar. Conquista da Índia. Guerra do Ópio. Imperialismo.


Hegemonia do Capital Financeiro.

Marcas e patentes – volta do rentismo.

Carteira de clientes.


Extração primária da mais valia.

Redução dos contingentes da classe operária.

Disputa interburguesa pelo controle da mais valia.


Lucros dos bancos. Concentração Bancária.

Endividamento público.

Escravidão por dívidas.

Nueva Canción Latinoamericana

Ver também: Letras Nueva Canción Latinoamericana

Violeta Parra

2 min e 10 s

Nueva Canción Latinoamericana foi um movimento musical que surgiu na América Latina na década de 1960 que fazia canções com denúncia social nas quais incorporava elementos do folclore musical latinoamericano.

Dentre suas variantes, merecem destaque:

A "Nueva Canción Chilena“;

O "Nuevo Cancionero Argentino“; e

A "Nueva Trova Cubana".

Nueva Canción Chilena foi um movimento musical que se consolidou no Chile no final da década de 1960. Baseou-se na recuperação da música folclórica incorporando instrumentos e ritmos de toda a região hispanoamericana.

Quase todos os seus integrantes apoiaram o governo de Salvador Allende e foram perseguidos pela ditadura militar instalada pelo golpe militar de 1973.

Pode-se dizer que a folclorista Violeta Parra foi a grande madrinha desse movimento.

Sua foi vida foi retratada no filme Violeta foi para o Céu

Diversas de suas canções mereceriam menção, mas aqui vamos nos restringir à “Gracias a La Vida”, que, inclusive foi gravada por Elis Regina no LP “Falso Brilhante”, de 1976.

E também a “Rin del Angelito”.

Referências:

Artigos da Wikipedia: Nueva canción - Violeta Parra

Vídeos:

  1. Gracias a la vida;
  2. Rin del Angelito.

Letras:

  1. Gracias a la vida
  2. Rin del Angelito.


Músicas Utilizadas ao fundo:

Vídeos:

  1. Victor Jara - Movil Oil Especial;
  2. Victor Jara - Manifiesto con letra.


Letras:

  1. Victor Jara - Movil Oil Especial;
  2. Victor Jara - Manifiesto con letra.

Victor Jara 1

14 min e 08 s

Victor Jara, nasceu em uma família camponesa.

Foi um professor, diretor de teatro, poeta, cantor, compositor, músico e ativista político chileno.

Teve um papel central na Nueva Canción Chilena

Logo após o golpe militar 1973, foi preso, torturado e fuzilado no Estádio Nacional do Chile.

Trinta anos após o seu assassinato, o Estádio passou a se chamar como Estádio Víctor Jara.

Em janeiro de 2019, a estreou na Netflix um documentário chamado: “Massacre no Estádio”, que conta a história de seu assassinato.

O documentário é parte da série “Remastered”

Prosseguimos com trechos do trailer e de algumas canções de Victor Jara.

Uma de suas canções mais marcantes é “Manifiesto” de 1973, na qual começa explicando porque canta, agradece o incentivo de Violeta Parra e parece prever a sua morte que aconteceria pouco tempo depois. Vejamos alguns trechos:

Movil Oil Special é dedicada ao Movimento estudantil

El joven secundario y el universitario, con el joven proletario, quieren revolución.

Em “Plegaria a Un Labrador”, é apresentada uma proposta de religiosidade libertadora.

Em “Zamba del "Che"”, faz uma homenagem à Che Guevara

Em “El derecho de vivir en paz”, faz uma denúncia contra a guerra do Vietnã.

“Cruz de Luz” é uma homenagem a Camilo Torres, padre que virou guerrilheiro.

Em “Corrido a Pancho Villa”, o personagem é um soldado de Pancho Villa (Revolução Mexicana)

Referências

Artigo sobre Vitor Jara na Wikipédia

Trailer Massacre no Estádio (Netflix)


Manifiesto
Movil Oil Special
Plegaria a Un Labrador
Zamba del Che
El derecho de vivir en paz
Cruz de Luz (Camilo Torres)
Corrido de Pancho Villa

Victor Jara 2

08 min e 03 s

El Aparecido”, também se refere à Che Guevara, mas em um momento anterior à “Zamba del Che” (composta após a sua morte).

Em “El Aparecido”, se refere a um Che, que estava desaparecido, pois tinha deixado Cuba, e reapareceu na Bolívia, onde estava tentando dar início a um movimento guerrilheiro.


Em “Lo Único Que Tengo”, a personagem da canção, é uma despossuída, que somente tem as suas mãos como meio de sustento.

É uma daquelas que nada mais pode fazer do que vender sua força de trabalho para sobreviver.

Quem canta é Isabel Parra, filha de Violeta Parra que foi namorada de Victor.


Em “El Arado”, o personagem é um camponês, o início da canção retrata sua vida repetitiva.

Nos versos finais, esperança de mudanças.


“A Desalambrar” é um manifesto em defesa da reforma agrária.


Em “Luchín” o personagem é um menino pobre.


Nesse segundo vídeo, também não foi possível esgotar a seleção do melhor do cancioneiro social de Victor Jara, aguarde CONTINUAÇÃO.

Links para os vídeos utilizados e para as letras serão colocados na descrição.

Referências

El Aparecido
Lo Único Que Tengo
El Arado
A Deslambrar
Luchín

Victor Jara 3

Victor Jara – Continuação (Vide link para a parte 1 na descrição)

Nesse vídeo apresentamos trechos de algumas canções de Victor Jara.

Preguntas por Puerto Montt.

Se refere ao Massacre de Puerto Montt, que ocorreu em 9 de março de 1969.

O fato resultou na morte de 11 pessoas que lutavam pela Reforma agraria.

Perez Zujovic, então Ministro do Interior, foi o principal responsável pelo Massacre.

Referências

Preguntas por Puerto Montt
La Toma
Herminda de La Victoria
Marcha de los pobladores
La Carpa de Coligüillas
El hombre es un creador